Em agosto deste ano, o Einstein Hospital Israelista, localizado em São Paulo, foi vítima de um ataque cibernético que conseguiu acessar e obter uma parte da base de dados de pacientes. O caso veio a público somente nessa quarta-feira (7/10).Em nota, o hospital afirmou que não foram identificadas evidências de que os dados tenham sido divulgados ou utilizados de maneira imprópria, e que “ações foram tomadas com o objetivo de reduzir estes riscos”. O Einstein também afirmou que o monitoramento de um possível vazamento destes dados permanece ativo e será mantido de forma contínua. “A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) foi devidamente comunicada, em conformidade com a legislação vigente, e o caso também foi formalmente levado à Polícia Federal e está sendo investigado”, dizia o texto.Tema dos vazamentosParte dos dados acessados corresponde a documentos avulsos, muitos deles sem possibilidade de identificação. As informações são de natureza pessoal com registros cadastrais incluindo nome, CPF e/ou data de nascimento e podem conter dados de saúde como prescrições médicas e resultados de exames. Leia também São PauloLitoral de SP tem 86 praias impróprias para banho no feriado prolongado São PauloParto de emergência: PMs ajudam mulher que estava dando à luz em plena rua Mirelle PinheiroTenente-coronel da PM é preso suspeito de torturar e tentar estuprar ex São PauloJustiça mantém prisão de bombeiro suspeito de matar estudante de medicina “O tema está sendo tratado com a máxima prioridade, tendo como principal preocupação o apoio aos pacientes afetados e a revisão contínua dos mecanismos de proteção de dados e de segurança da informação. Uma estrutura foi montada para atender e tirar dúvidas dos titulares que tiveram seus dados acessados indevidamente e que estão recebendo a comunicação por e-mail”, dizia um trecho da nota.Ações do hospitalO hospital contratou peritos independentes e consultorias especializadas em segurança da informação e resposta a incidentes cibernéticos para monitorarem o caso.Os pacientes afetados estão sendo comunicados individualmente por e-mail e o hospital diz agora focar “na identificação e na caracterização dos dados acessados, que estão armazenados de forma fragmentada e em bases de informação descentralizadas”.








