O deputado federal reeleito Nikolas Ferreira (PL) afirmou, nesta quarta-feira (7/10), que tem a pretensão de ser presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), uma das mais importantes da Câmara dos Deputados.Em entrevista ao Metrópoles, o deputado afirmou que a maioria consolidada pela direita na Câmara pode favorecê-lo em uma possível disputa pela comissão. Nikolas foi o deputado federal mais votado do país, com mais de 3 milhões de votos em Minas Gerais.“A gente vai estar em uma bancada maior que muito partido. Então, podemos realmente organizar, dar um senso de harmonia pra direita. Conseguir ganhar ainda mais espaço aí na Câmara”, disse. “Eu conversei com o presidente Valdemar e o meu desejo principal é ir à Presidência da CCJ”, afirmou.A declaração ocorreu após Nikolas ser questionado sobre chefiar um ministério em um eventual governo de Flávio Bolsonaro (PL). O deputado até citou a possibilidade, mas disse que tem um papel “muito importante” na Câmara, e destacou o desejo pela presidência da CCJ.O parlamentar mineiro ainda citou o histórico pregresso na Câmara, já que foi presidente da Comissão de Educação e disse que, caso presidisse a CCJ, poderia colocar em pauta outros temas que considera relevantes.“Fui presidente da Comissão de Educação e agora tenho muitas pautas importantes pra colocar na CCJ. Enquanto membro titular, a gente conseguiu dar um passo importante aprovando a redução da maioridade penal. Então eu acho que tem vários outros temas que a gente pode colocar em pauta, aprovar e conseguir ser ainda mais pro positivo ainda pro nosso país o Congresso”, afirmou. Leia também BrasilNikolas diz que não haverá acordo com Moraes: “Sem anistia, imperdoável” Igor GadelhaAssista à íntegra da entrevista de Nikolas Ferreira ao Metrópoles Minas GeraisJanones diz que “Nikolas tem inveja do Cleitinho” pelo apoio popular Grande AngularCandidata de Nikolas eleita no DF defende o combate à ideologia de gênero A CCJ costuma analisar os projetos mais importantes, antes da votação no plenário. Este ano, por exemplo, a CCJ votou temas de forte impacto social e econômico, como a proposta de fim da escala de trabalho 6×1 e as novas regras para a cobrança do IPVA.






